Prefeitura inaugura usina solar e vai economizar R$ 4 milhões dos cofres públicos

Duas usinas entraram em funcionamento em Caucaia do Alto. A previsão é que até final deste ano todas as 23 estejam operando

As primeiras duas usinas de energia solar fotovoltaica da região metropolitana de São Paulo entraram em operação nesta segunda-feira (9) no Distrito de Caucaia do Alto, mais precisamente no Centro Educacional Benedicta Stefano Antunes de Oliveira.

Limpa, sustentável e renovável, a energia solar fotovoltaica é gerada a partir da conversão da luz do sol em eletricidade, por meio de painéis solares instalados em áreas expostas à radiação solar. “Uma inovação importante para diminuir a agressão ao meio ambiente”, lembrou o vice-prefeito Paulinho Lenha.

Nas duas primeiras usinas da região foram instalados 428 módulos fotovoltaicos, com previsão de geração média anual de aproximadamente 420 mil kWh. A expectativa é de uma economia de cerca de R$ 378 mil por ano aos cofres públicos.

A energia produzida pelas placas é gerada em corrente contínua (DC) e passa por um equipamento chamado inversor, responsável por transformá-la em corrente alternada (CA), utilizada em residências, comércios, indústrias e prédios públicos.

A produção de energia também é integrada à rede da concessionária de distribuição. Quando há excedente — ou seja, quando a energia gerada não é totalmente consumida no local —, ela é injetada na rede elétrica e convertida em créditos de energia, medidos em quilowatts-hora (kWh). Esses créditos são abatidos nas contas de energia do município, resultando na economia mencionada.

Outras 21 devem ser instaladas, entre elas duas na creche do Arakan e outras duas no Ginásio de Esportes. A previsão é que até final deste ano todas as 23 estejam em funcionamento. Com isso, a estimativa é de uma economia em torno de R$ 4 milhões anuais para os cofres públicos.

“Cotia entra no mapa mundial da sustentabilidade por ser a primeira cidade da região a ter energia limpa e sustentável”, discursou o prefeito de Cotia Welington Formiga. “Ou nos preparamos para o futuro ou nossas próximas gerações não terão vida”, completou.

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